Conhecem o WebEduc?

>> segunda-feira, 23 de maio de 2011

"WebEduc"


Mais do que informação, formação e ação, o WEBEDUC, site do MEC, é o famoso 3 em 1, lembram? 
 Trata-se de um site que merece ser divulgado, não só para a comunidade escolar, mas para aqueles que se interessam pelas mudanças na educação.
Site, sítio, website, sítio eletrônico  é um conjunto de páginas web, isto é, de hipertextos acessíveis geralmente pelo protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol (ou o acrônimo HTTP; do inglês, Protocolo de Transferência de Hipertexto)  na Internet. O conjunto de todos os sites públicos existentes compõe a World Wide Web. As páginas  são organizadas num site a partir de um URL  (de Uniform Resource Locator), em português Localizador-Padrão de Recursos, que é o endereço de um recurso básico (um arquivo, uma impressora, etc.), ou “sítio”, onde fica a página principal, e geralmente residem no mesmo diretório de um servidor. As páginas no site estão organizadas numa hierarquia observável no seu URL, embora as “hiperligações” (links) entre elas controlem o modo como o leitor se apercebe da estrutura global, modo esse que pode ter pouco a ver com a estrutura hierárquica dos arquivos do site.
Os sites da Internet, em geral, podem ter os seguintes propósitos:
 Institucional: muitas empresas usam seus sites como ponto de contato entre uma instituição e seus clientes, fornecedores, etc. No caso de instituições comerciais, usam-se sites também para comércio eletrônico, recrutamento de funcionários etc. Instituições sem fins lucrativos também usam seus sites para divulgarem seus trabalhos, informarem a respeito de eventos etc. Há também o caso dos sites mantidos por profissionais liberais, para publicarem seus trabalhos.

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Uso das histórias em quadrinhos nas salas de aula– um software legal

>> domingo, 15 de maio de 2011

Olá,
Hoje vamos falar sobre uma ótima ferramenta para animar as aulas. Tanto professores como alunos podem aproveitar bem . Estamos falando de HQ.
As histórias em quadrinhos podem ser utilizadas em todos os níveis de ensino e séries. Porém  precisaremos elaborar algumas estratégias de abordagem.
Nas séries iniciais, de alfabetização, com as quais já trabalhei, propus a escrita de uma história em conjunto.
Agora, com a Educação Infantil, geralmente começo com um história pronta, depois da leitura, “combinamos” fazer a nossa.
Vejam como ficou:
Com a séries mais adiantadas, pode-se trabalhar a compreensão da história, associando textos simples e imagens. Já com os adolescentes, o professor pode utilizar quadrinhos que abordem temas estudados na sala de aula, como Geografia, História, Língua Portuguesa, Matemática  etc.
Como os quadrinhos fazem  parte do cotidiano dos nossos alunos, poucos não vão querer participar, ou seja, aqueles que não se sentirem confortáveis em editar os quadrinhos poderão se responsabilizar em pesquisar: imagens, conteúdos, cores. Não vai dar para ficar de fora!
Para que vocês possam experimentar, indico o HAGAQUÊ. 
Esse software foi desenvolvido no Instituto de Computação da Unicamp, como parte da dissertação de mestrado de Silvia Amélia Bim, com o auxilio de Eduardo Hideki Tanaka e a orientação da Profª Dr. Heloisa Vieira da Rocha.


O que é o HagáQuê?

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Oddcast

>> sexta-feira, 13 de maio de 2011


O Oddcast TTS é uma ferramenta on-line  útil para quem está aprendendo línguas diferentes, apesar de não ter sido criado para isso. Através dele é possível ouvir a pronúncia de várias línguas com rapidez sem complicação, sendo preciso apenas escolher a língua e inserir o texto para ouvir a fala correta de frases completas.

Leia mais aqui.


O tutorial para Oddcast abaixo foi gentilmente cedido pela Dayse da Educofamília de Inglês.Ela mostra como gravar os sons do programa.


Dicas: Use o RealPayer SP e o navegador Internet Explorer.
Fátima Campilho

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Uso de computador ainda assusta professores da rede pública do Rio



Olá!


Ontem falamos sobre “Alfabetização Digital”. Não foi à toa! Na seção: Educação digital
“Uso de computador ainda assusta professores da rede pública do Rio”

Através de uma pesquisa em escolas municipais do Rio em que mostra que 53% dos docentes têm dificuldades de lidar com tecnologia.
Apesar de estarmos em pleno século XXI, as Tecnologias da Comunicação e da Informação ainda “causam medo em muitos professores”.
Segundo o texto do jornal O Globo, de 08/05/2011, foi realizada uma pesquisa pela Secretaria municipal de Educação do Rio, pelo Instituto Oi Futuro e pelo Ibope com 5.505  que  revelava que mais da metade deles (53%) admitiu ter dificuldades em lidar com tecnologia na escola por várias razões. Entre 1.532 diretores de colégios entrevistados, a porcentagem também foi de 53%.
A pesquisa também envolveu alunos. Foram ouvidos 25.145 alunos em que 40% disse ter problemas para usar a informática nas unidades de ensino.
O texto continua com um assunto que andei estudando há pouco: “Projetos didáticos e papéis sociais de professores e estudantes”, em que os professores, principais sujeitos informantes no processo ensino/aprendizagem, devem trabalhar a partir da consciência de que não há conhecimento absoluto, pois tudo está em constante transformação. Dessa forma não há saber nem ignorância absoluta, e sim uma relativização do saber ou da ignorância. Por isso, os professores não podem se colocar na posição de seres superiores, que transmitem o conhecimento a um grupo de ignorantes, mas sim adotar uma postura humilde, daqueles que comunicam um saber relativo a outros que são portadores de outros saberes relativos. Outra convicção a que os professores não podem se furtar é a de não se confundir informação com educação, pois para transmitir informação estão à mão jornais e revistas, televisão e internet.
O texto, encontrado também, no Blog do Noblat diz o seguinte:
— Até há pouco tempo, havia uma relação de poder onde o professor era o detentor da informação. Era uma via de mão única. O que estamos notando agora é que os alunos estão um pouco à frente dos docentes, mais familiarizados com tecnologia. E os professores ainda não estão preparados para a aplicação pedagógica. Esse descompasso revela a necessidade de um processo de treinamento e acompanhamento dos profissionais — comentou o vice-presidente do Instituto Oi Futuro, George Moraes.
O assunto nos leva, de novo, a nossa conversa inicial: Para fazermos frente ao novo processo de ensino aprendizagem que está aí, diante de todos nós, como sermos “Educadores Inovadores”?
Nada de ficarmos neuróticos. Roma não se fez em um dia. Deus, dizem, levou 7 dias para 
criar nosso mundo!

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